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Pastorais e movimentos se preparam para contribuir com a Assembleia Eclesial

Por Pastoral Fé e Política da Diocese de Campo Limpo | Quarta, 11 Agosto 2021 10:05
Pastorais e movimentos se preparam para contribuir com a Assembleia Eclesial

O Papa Francisco convida toda a Igreja da América Latina e do Caribe para a 1ª Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe. A assembleia será realizada em duas etapas: primeiro, o processo de escuta de todos, comunidades paroquiais, pastorais e movimentos da Igreja de nossos territórios, mas não apenas, também de movimentos populares e coletivos em geral, através de contribuições individuais e comunitárias até 30 de agosto; depois, a assembleia de 21 a 28 de novembro na Cidade do México, com participação de delegadas(os) representantes.

Para contribuir com o processo de escuta, faremos uma reunião conjunta da Pastoral Fé e Política da Diocese de Campo Limpo, Pastoral Operária da Diocese de Campo Limpo, Fórum das Pastorais Sociais da Região Episcopal 1 da Diocese de Campo Limpo e CNLB Diocesano, no próximo sábado, 14 de agosto, das 10h às 12h.

A reunião será virtual e vamos levantar contribuições para a Assembleia, nossas propostas para a Igreja em saída.

Participe conosco! Entre em contato através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone/whatsapp (11)96575-2727.

A seguir, o link da Assembleia, em que há todas as informações e documentos disponíveis para reflexão e preparação.

https://asambleaeclesial.lat/escucha/

Retomamos também as informações publicadas no site da Diocese e as ações de formação desenvolvidas pela Coordenação de Pastoral:

https://www.dcl.org.br/noticias/diocese/1290-fase-de-escuta-da-assembleia-eclesial-da-america-latina-e-do-caribe-e-ampliada-ate-30-de-agosto

 

 

Vida em primeiro lugar

Nestes anos de 2020 e 2021, estamos enfrentando a terrível realidade da pandemia da Covid 19, que, além de exigir de nós mesmas(os), nossas famílias e comunidades todos os cuidados de prevenção, explicitou a urgência das ações de solidariedade e de partilha em nossas comunidades e também das ações coletivas por políticas públicas sólidas e efetivas nas diversas áreas, em especial em saúde. Nosso engajamento é fundamental para a construção dessas políticas públicas e para o exercício da cidadania em nossas comunidades locais, o que passa pelo diálogo com o poder público, mas também, sempre que necessário, de pressão pela garantia dos direitos sociais e em defesa da vida. Exemplo fundamental vem de nossos bispos, na CNBB, através do Pacto pela Vida e pelo Brasil.

Desde abril do ano passado, além de nossas ações de partilha e de solidariedade nas comunidades e locais em que se faz mais urgente, estamos também atuando articuladamente com diversas pastorais, movimentos sociais e coletivos em nossos municípios, no estado de São Paulo e nacionalmente, pela garantia da Renda Básica Emergencial, por vacinas, pela ampliação dos recursos para a saúde e em defesa do SUS, contra os despejos, por proteção da vida de todos.

Foram diversas as ações, mas destacamos algumas: a articulação em um documento coletivo com sugestões de ações emergenciais e de políticas públicas no estado de São Paulo, entregue ao governo do estado em maio de 2020; atuação conjunta pelo fortalecimento das medidas de distanciamento social em junho e julho do ano passado; cartas ao poder público em conjunto com os sindicatos e fóruns por medidas de prevenção adequadas e proteção à vida nas escolas e nos equipamentos socioeducativos em setembro e novembro de 2020 (e novamente em fevereiro e em julho deste ano); a pressão pelo início da vacinação, com a articulação junto à OAB-SP de um manifesto de mais de 400 organizações e movimentos, em 3 de janeiro deste ano, que foi crucial para o início da vacinação, ainda que tardia, no país; cartas às prefeituras, câmaras municipais, governo estadual e ALESP por ampliação dos leitos hospitalares em Enfermarias e UTI's diante do agravamento da pandemia em nossos municípios em março deste ano; ações com os movimentos de moradia contra os despejos durante a pandemia, por projetos de lei e medidas judiciais específicas, em especial em abril e maio de 2021, reforçada pela importante reunião do presidente do Regional Sul 1 da CNBB com o governador do estado de São Paulo em 2 de julho.

Devemos ter uma atuação permanente; nossas ações como cristãs e cristãos engajados na construção do bem comum não se limitam às nossas paróquias e mostram-se mais necessárias em momentos trágicos como a pandemia. Participem conosco!